Nau Mai, Haere Mai

 

Turnaround. Pode acontecer com você?

Todos os anos várias pessoas viajam para a Nova Zelândia com a expectativa de passar um tempo fantástico em nosso maravilhoso país. Imagine a surpresa quando se veêm obrigados a embarcar em um longo vôo de volta para casa.

Este processo é chamado Turnaround e de junho de 2015 a junho/2016 isso aconteceu para  1.371 pessoas, incluindo 99 brasileiros.  Os brasileiros foram a terceira maior nacionalidade de turnaround depois da Malásia (125) e Hong Kong (119).

Outras 2.930 pessoas foram recusadas a  embarcar no vôo para a Nova Zelândia no ponto de partida (chamado de “offloading”).

Com que frequência isto acontece?

Para ser justo, isso não acontece tão freqüentemente. No mesmo período de tempo, 16.222 brasileiros passaram por nossos aeroportos com vistos de não-residentes, de modo que a porcentagem que foi barrada foi de apenas 0,6%. Mas para aquelas pessoas que tiveram o infortúnio de terem sido recusadas a embarcar ou terem sido mandadas de volta para o Brasil essas estatísticas são irrelevantes.

Por que as pessoas não receberam a permissão de embarcar ou foram mandadas de volta?

A Imigração da Nova Zelândia opera uma abordagem de duas camadas para triagem de pessoas que querem vir para a Nova Zelândia:

•     As companhias aéreas que voam para a Nova Zelândia operam um sistema de Processamento Avançado de Passageiros, que está vinculado à Imigração da Nova Zelândia. Isso permite que a Immigration New Zealand selecione as pessoas prestes a embarcar nos vôos e aconselhe a companhia aérea se eles deveriam ser negados a permissão para embarcar;

•     Os passageiros que chegam na Nova Zelândia são posteriormente selecionados na Alfândega e podem ser negados a permissão para entrar na Nova Zelândia. Essas pessoas são então “viradas” e enviadas de volta ao seu destino. Por razões de segurança, a imigração da Nova Zelândia não revela como eles selecionam as pessoas se são recusadas de entrar no país. Às vezes, há uma razão lógica para eles selecionarem alguém, por exemplo, se suas malas foram identificadas por um cão que detecta drogas. Outras vezes, parece não haver razão lógica ou justa para que alguém tenha sido selecionado.

Ter um visto me assegura de não passar por isto?

Não necessariamente. É um equívoco comum  pensar que um visto habilita o titular a entrar na Nova Zelândia. Todos os vistos que não os vistos de residência permanente só dão direito ao titular para viajar para a Nova Zelândia e solicitar a entrada na fronteira.

 O que acontece se tiver minha entrada negada?

Você será entrevistado pelos funcionários da alfândega e imigração na área de chegadas do aeroporto. Sua entrevista será gravada. Você não poderá deixar a área de chegadas, exceto para embarcar em uma aeronave para sair da Nova Zelândia. Na entrevista, os funcionários podem pedir que você desbloqueie seu telefone e possa inspecionar suas mensagens de texto, postagens de mídia social e emails. Suas malas e roupas também podem ser testadas para traços de drogas. Você receberá uma declaração informando que você deve sair da Nova Zelândia e a companhia aérea em que você chegou receberá instruções escritas para removê-lo do país. Você não tem direito de apelo.

Preciso me preocupar com isso?

Se você teve algum problema com a lei em seu país de origem ou em outro país, você deve conversar com um conselheiro de imigração antes de se comprometer a vir para a Nova Zelândia. Você também deve procurar conselhos se você teve problemas de imigração com qualquer país anteriormente, por exemplo:

•Você teve um visto recusado;

•Você foi recusado a embarcar  ou recusado de entrar em um país;

•Você ultrapassou ou violou os termos de qualquer visto;

•Você foi deportado de qualquer país

Hei Konā rā

Steve

 

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